terça-feira, 9 de julho de 2013

Profissão – A Hora da Escolha

Por: Jussara Barros / Mundo Educação

Alunos do ensino médio passam todos os dias pela pressão do preparo para o vestibular, da rotina de estudos que devem manter, da cobrança da família e da sociedade de um modo geral, para que sejam aprovados no mesmo.

Isso acontece porque a inclusão no mundo profissional não é coisa fácil e o Brasil, mesmo tendo aumentado o número de empregos, ainda não é suficientemente equilibrado quanto ao mercado de trabalho para todos.
Além disso, as dúvidas quanto aos cursos, quanto ao caminho a seguir é grande, porque nem sempre os estudantes buscam conhecer as profissões mais de perto, o que facilitaria perceber e identificar as que mais lhes agradam.

As dúvidas são grandes, mas os alunos podem ir eliminando-as até a chegada do terceiro ano do ensino médio, para facilitar na hora da escolha. Ao mesmo tempo, devem perceber as coisas que mais gostam e fazer uma relação dessas com as profissões, buscando atingir uma prévia escolha. Dessa forma conseguirão eliminar os cursos com os quais não se identificam.

Para escolher a faculdade em que irão estudar, os estudantes ainda podem conversar com seus pais ou responsáveis, para definirem se existe a possibilidade de fazer um curso em outra cidade, por exemplo. Muitas famílias não têm condições financeiras para isso e dialogar é a melhor forma de resolver.

Não escolher pensando na hipótese de não serem aprovados para o curso que gostariam de cursar. Os cursos considerados mais fáceis não terão provas mais fáceis, porque a concorrência é grande e o nível dos alunos tem sido de alto padrão. O melhor é estudar, estudar e estudar. A dedicação os tornará vencedores.

O retorno financeiro é um fator de peso na hora da escolha da profissão. A maioria dos alunos busca as que estão em maior evidência no mercado. O dinheiro é importante, mas não pode aparecer na frente das preferências, daquilo que trará satisfação pessoal. Exercer uma profissão apenas pelo retorno financeiro que esta pode trazer não significa que o profissional terá sucesso na carreira, pois o prazer em exercer algo que gosta é o melhor caminho para vencer.

Eliminar a hipótese do “espelho, espelho meu” também é uma garantia de sucesso. Não é porque um pai é engenheiro ou uma mãe médica que o aluno deve se sentir obrigado a seguir a mesma carreira, a não ser que goste de algum desses ramos. Os pais devem deixar que a escolha seja feita pelo filho, pois será a profissão que exercerá pelo resto de sua vida. Conversar e trocar idéias servirá como apoio e não como imposição para se seguir um caminho.

Aos poucos irão delimitando as suas preferências e, dessa forma, na hora da inscrição, já terão conseguido definir a carreira profissional que querem seguir.

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