segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Contratação no Brasil deverá se manter forte no 4º trimestre de 2012



A contratação de profissionais deverá se manter em alta até dezembro deste ano. A previsão, divulgada pelo ManpowerGroup, efaz parte de um estudo realizado a cada três meses pela consultoria.

De acordo com o “Manpower Employment Outlook Survey”, dos 850 gestores consultados pela pesquisa, 30% deles afirmaram ter boas expectativas para o 4º trimestre deste ano, com um significativo aumento em seu quadro de funcionários. Os que informaram não ter a intenção de alterar sua equipe, no entanto, corresponderam a 63%.
O levantamento revela ainda que a Expectativa Líquida de Emprego (Net Employment Outlook) segue em 24%. No 3º e 4º trimestres deste ano, tal percentual era 7 e 14 pontos percentuais superior ao índice apurado.
“Embora as perspectivas de emprego no Brasil tenham esfriado em comparação aos outros trimestres, os dados revelam que cerca de 70% dos empregadores no País estão se esforçando para encontrar profissionais mais adequados para suas empresas”, informa o country manager do ManpowerGroup no Brasil, Riccardo Barberis.

Setores em alta
Considerando os setores, os que mais esperam contratar no próximo trimestre são os de finanças, seguros e imobiliário (31%) e o de construção (30%) e serviços (29%). O setor de administração pública e educação, no entanto, segue como o menos otimista, com 12%.
Comparando as intenções de contratação entre as regiões brasileiras, a pesquisa indicou que o estado do Rio de Janeiro têm as mais altas expectativas no próximo trimestre: 27%. Já os estados do Paraná, Minas Gerais e São Paulo esperam altas de, respectivamente, 26%, 23% e 15%.
A cidade de São Paulo teve o mesmo índice do País, +24%.

Por países
Apesar de os índices de expectativa de contratação sofrer uma queda em relação ao trimestre anterior e na comparação com o mesmo período de 2011, o Brasil permanece entre os países com as maiores taxas de intenção de contratação para o próximo trimestre e perde apenas de Taiwan (32%), Índia (27%) e do Panamá (26%).

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