segunda-feira, 16 de julho de 2012

Dicas de como manter as crianças protegidas na internet



Antes de tudo, é preciso que seu filho (a) compreenda que, assim como você não o deixa ir sozinho a qualquer lugar, para a própria segurança dele, ele também precisa lhe dizer quais os sites que anda visitando na Internet. Isso porque, explique, assim como existem perigos no mundo real, os perigos também estão presentes no mundo virtual e, por falta de experiência, uma criança dificilmente percebe o risco que está correndo em certas situações na Internet. Ela pode até gostar de acessar determinadas páginas da web, mas, às vezes, são justamente essas páginas que mais perigo oferecem a uma criança.

Os sites das redes sociais e fóruns como o Orkut e Facebook, por exemplo, estipula idade limite para seus usuários se registrarem, mas os pais devem orientar seus filhos, para que estes limites sejam respeitados e explicar claramente por quê. As crianças que já fazem parte dessas redes devem saber que a maioria das pessoas afirma que nunca adicionam como amigos pessoas que não conhecem no mundo real. Essa deve ser uma regra adotada para todas as crianças que usam o computador ou smartphones.
Os programas de mensagens instantâneas também devem estar incluídos nesta norma. Não é inteligente nem prudente adicionar alguém, só porque recebeu um convite dessa pessoa. Ela pode ser um(a) criminoso(a), um(a)tarado(a) sexual ou outro tipo de mau caráter qualquer, que depois, com certeza, vai trazer muitos e graves problemas para a criança.

Explique tudo isso, francamente, aos seus filhos. Não subestime a inteligência de uma criança. Elas obedecem mais facilmente quando compreendem as razões dos seus pais.
Vigiar o perfil do seu filho no Facebook também é importante. Outra opção é instalar um software que controle ou grave o que a criança faz durante o tempo que passa online (ao final deste artigo, damos orientações para fazer isto). Para não criar um clima de desconfiança entre pais e filhos, é importante que a criança saiba disso e também que essa vigilância é para protegê-la e orientá-la e não para invadir sua privacidade. Não é aconselhável que menores de idade tenham um computador no quarto ou em algum lugar onde possam trancar a porta.

O Windows possui o “Controle dos Pais” (Parental Control), que é uma opção de controle que monitora e bloqueia várias possibilidades do computador, como horários, sites, jogos e programas. Outros programas podem também ser baixados separadamente. No entanto, é preciso ter em mente que nenhuma destas alternativas substitui uma conversa franca e inteligente com seus filhos sobre os riscos de se expor na Internet. Explique que você mesmo, embora seja adulto, tem esses cuidados. E é necessário reforçar a conversa de vez em quando. Dialogue, numa boa, sem constrangimentos hipócritas, sobre as perigosas consequências que podem ocorrer, se eles fizerem vídeos ou tirarem fotos de si mesmos nus e colocarem na Internet ou no celular. Mostre exemplos da mídia daquilo que pode acontecer em tais casos. Pergunte o que acham que aconteceria se uma foto destas fosse compartilhada entre todos seus amigos da escola e como seria impossível fazê-la desaparecer da rede.

Nunca é demais repetir que o mais importante é manter um clima de confiança e diálogo permanente com os filhos, de tal forma que eles percebam que estão sendo protegidos e ensinados e não perseguidos e censurados. Tenha sempre uma conversa adulta com eles. Crianças e jovens gostam de ser tratados como adultos, porque, assim, eles se sentem valorizados e respeitados pelos pais. Nada de ameaças, castigos, autoritarismo, gritos e muito menos surras, porque essas coisas só servem para piorar qualquer tipo de relacionamento. Tenha sempre em mente a Regra de Ouro: “Trate os outros da mesma forma como gostaria que os outros tratassem você”.            

Fonte:VoceSabia

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