quarta-feira, 27 de julho de 2011

Obras paradas do MEC.


Durante o último ano de seu mandato, varias vezes o presidente Lula afirmou que passaria para a história como o governante que mais investiu na expansão do ensino superior público, tendo criado 14 universidades federais e autorizado as existentes a construir novos campi. Durante a campanha eleitoral, a candidata Dilma Rousseff entoou a mesma promessa, destacando a importância dessa iniciativa para o desenvolvimento do País.

No papel, planos lançados com muita pompa e circunstância pareciam maravilhosos. Mas, hoje, verifica-se que a situação é muito diferente. O cronograma das obras está atrasado e o Ministério da Educação (MEC) está com 53 obras paradas em 20 instituições federais de ensino superior. São salas de aula, prédios administrativos, auditórios, refeitórios, bibliotecas, laboratórios e moradias estudantis cuja construção já consumiu milhões de reais, mas ainda não foi concluída nem tem data estimada para conclusão. Em alguns canteiros, não há nem mesmo previsão do reinício dos trabalhos.
           Ao todo, o MEC tem 2 milhões de metros quadrados em obras nas universidades federais. Em algumas dessas obras, cujas pedras fundamentais foram "inauguradas" por Lula com muito rojão e discurseira, os trabalhos estão parados porque as empreiteiras deixaram de receber em dia e faliram. Outras foram embargadas pela Justiça e pelas prefeituras e Estados, porque os reitores não apresentaram estudos de impacto viário e ambiental.

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